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    Ando a guardar isto para mim, para nós, há uns meses e admito que até me soube bem. Se uma parte de mim queria partilhar esta notícia com todos, a outra queria tanto viver este caminho na nossa redoma.

     

    É com grande alegria que vos conto que em 2020 vamos ser pais!!!

     

    De facto, a vida e as circunstâncias, mudam-nos. Achei sempre que assim que descobrisse que estava à espera de bebé contaria logo ao mundo, fartei-me de o repetir às minhas amigas e no final de contas também elas ficaram de fora desta alegria durante algum tempo.

     

    Se há coisa que aprendi no último ano, pelas mais variadas circunstâncias, é que tudo aquilo que damos por assegurado e óbvio, tudo aquilo que nos dignamos a julgar, a planear e a falar com certezas cheias de nada acaba num castelo de cartas que se desmorona quando a realidade acontece.

     

    Comigo foi assim.

     

    Casei-me com o Gonçalo em Setembro de 2016. Com 29 anos. Ao contrário do que muitos achariam eu não queria ser mãe logo. Queria gozar o primeiro ano e talvez o segundo de casamento, adaptar-me à vida a dois, uma vez que ainda não tínhamos partilhado casa, e namorar muito.

    Para o Gonçalo, com mais quatro anos que eu o assunto era diferente. Ser pai era uma vontade muito presente e por isso quanto mais rápido melhor, mas respeitou os meus tempos e chegámos a um consenso.

     

    Sempre fui daquelas pessoas que achava que no dia que quisesse engravidar conseguiria concretizar esse desejo num curto espaço de tempo e de forma muito óbvia, nem nunca pus a hipótese, que pela idade ou pelas características pessoais pudesse ter um caminho diferente do que o óbvio, mas acabou por não ser assim.

     

    Chegar a esta notícia de que iríamos ser pais foi um caminho que começou mais ou menos em Maio de 2018. Um caminho onde por vezes me senti sozinha (apesar de um apoio incondicional do meu marido) e que a seu tempo partilharei com mais detalhe aqui neste espaço, uma vez que quero ser uma voz ativa sobre este tema para quem precisar. Um caminho que não foi direito, mas acabou a revelar-se de mais intuição do que aquilo que ditam as regras e sobretudo com a melhor notícia do mundo. Um teste positivo para a melhor aventura das nossas vidas.

     

    Descobri que estava à espera de bebé no princípio de Maio. Os sintomas estavam lá praticamente todos enfiados no mesmo frasco e a gritar para que fosse comprar um teste de gravidez que confirmasse a notícia que tanto esperava.

     

    Até nisto foi completamente diferente daquilo que imaginei ser a minha história.

     

    O princípio desta gravidez foi vivido com alguma ansiedade e precaução, porque antes deste bebé estive à espera de outro.

    Foi tudo muito seguido, o primeiro que perdi quando ainda estava de muito pouco tempo foi em Abril e esta grande notícia chegou em Maio. Por isso os graus de ansiedade para que tudo corresse bem neste primeiro trimestre foram bastante elevados. A seu tempo falarei um bocadinho mais sobre tudo o que senti, porque também essa experiência mudou muito a sensibilidade que eu tinha sobre o tema e me desarmou. Não há nada como vivermos as coisas na primeira pessoa.

     

    Já passámos aquele primeiro período mais vulnerável e por isso fazia todo o sentido para nós partilhar finalmente uma notícia que nos enche de tanta alegria, é um bebé muito desejado.

     

    Estou muito lamechas, desculpem 🙈 e a achar tudo isto incrível (juro que nunca imaginei estar assim). Dizem que é o milagre da vida e se nos pusermos a refletir sobre ele ao pormenor não tem como acharmos o contrário.

     

    Entrei nas catorze semanas e ainda não fazemos ideia se vem aí um mundo cor-de-rosa ou mais em tons de azul, mas assim que soubermos partilharemos com todos a notícia.

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